Sexta-feira, 12 DE Março 2010

 

A primeira equipa portuguesa a jogar foi o SCP que entrou no Vicent Caldeirão (segundo Carlos Carvalhal) às 18h (hora imprópria para quem trabalha) para defrontar o Atlético de Madrid.
De acordo com o resumo e pelo que foi dado a conhecer pelos jornais, até aos 30 minutos o jogo foi equilibrado com oportunidades para ambas as equipas marcarem, sendo a de maior relevância um chapéu de Liedson a embater na trave. Sensivelmente à meia hora de jogo, Grimi corre quase meio campo atrás de Reyes e ao chegar quase à linha final, faz-lhe um carrinho por trás a varrer o adversário, levou o 2º amarelo e foi expulso. Este momento foi determinante para o jogo porque o SCP com menos um, passou a defender o resultado, congelando a posse de bola e procurando passar o tempo. O Atlético também não teve arte nem engenho para aproveitar a superioridade numérica e teve apenas mais duas ou três oportunidades de golo. Já em cima do minuto 90, Tonel perde a cabeça e mete a mão na cara de Aguero, empurrando-o e vê o vermelho directo.
O resultado de zero-zero é bastante positivo (principalmente para quem jogou fora com 10 durante 1h e acabou com 9) e abre boas expectativas para a segunda mão!
No entanto, é preciso recordar que se defrontam duas equipas cujas defesas são frágeis e valem pelos bons jogadores que têm no meio campo e no ataque, pelo que ambas podem marcar. Além disso, o SCP não vai poder contar com Tonel e Grimi!
 
Mal acabou este jogo, começou o Benfica – Marselha na Luz! Foi um bom jogo, muito equilibrado e com boas oportunidades para ambas as equipas. Na primeira parte, saliento uma perdida de Lucho ao segundo poste, sozinho e depois da bola sobrevoar a pequena área sem ninguém lhe tocar, Lucho encosta o pé e a bola saiu ao lado. Também Aimar, teve uma grande perdida, ao entrar sozinho na área descaído na esquerda, rematou em arco com pouquíssima força e permitiu a defesa do guarda-redes.
Na segunda parte, surgiu logo um enorme calafrio com uma excelente cabeçada de Nyang, que Júlio César defende a dois tempos, primeiro por instinto, soca a bola para cima e depois num golpe de rins dá-lhe uma sapatada para fora da baliza. A quinze minutos do fim, Di Maria arrancou na esquerda, centrou rasteiro, Cardoso acerta de raspão na bola, o guarda-redes faz-se ao lance e Maxi Pereira atrapalha-o e no ressalto acaba por introduzir a bola na baliza. Foi um golo estranho e pouco usual. Pouco depois, Ramires atirou uma bomba que deixou a trave a tremer e mesmo em cima do minuto 90, numa arrancada pela direita, surge um cruzamento e Ben Harfa empata o jogo.
O resultado, embora amargo por o empate ter surgido no fim, foi justo!
Vai ser uma segunda mão complicada com o Benfica obrigado a marcar golos (pelo menos tantos como o Marselha).
 
Esperemos que ambas passem!
publicado por Spaceship às 19:05
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