Quarta-feira, 21 DE Abril 2010

Caríssimos,

 

Na impossibilidade do nosso amigo Spaceship fazer a análise da jornada ontem concluída, e por sua sugestão, venho dar sequência a essa habitual crónica num registo que se pretende (ainda) mais idóneo e imparcial.

Comecemos pelo Braga que entrou em campo no sábado, frente ao aflito Leixões. Face às lesões de Mossoró e Hugo Viana e à “encomenda” do Vandinho, despontaram dois jogadores, Alan e Madrid. O primeiro resolveu, enquanto que o segundo garantiu cobertura à defesa mais sólida do campeonato (na minha modesta opinião). Muito se fala do Luisão e David Luiz (e com razão, diga-se), mas há um defesa central para os lados de Braga, de seu nome Moisés, que não lhes fica nada atrás. Não lhe auguro muito mais tempo na cidade dos Arcebispos.

No Domingo, em Coimbra, com bilhetes “puxadinhos” para os adeptos forasteiros, a Académica local defrontou os “Superstars de Jesus”. Di Maria desiquilibrou e Weldon apareceu para disfarçar as lacunas de uma defesa órfã de Luisão e que contou com um franguito à moda de Quim que ainda deu alguma emoção nos momentos finais. Apesar do registo algo semelhante a Mourinho, Villas Boas continua a viver mais da imagem do que dos resultados. Já Jorge Jesus manteve a senda de vitórias com tracção à frente, e poderá fazer a festa na próxima jornada contra o Olhanense, que ainda não se livrou do espectro da despromoção.

Também no Domingo, o Porto recebeu e venceu o Guimarães no Dragão. Com mérito e alguma felicidade à mistura, este final de época tem servido para alguns jogadores mais inconstantes, evoluírem, ganharem confiança e mostrar que há qualidade por explorar no plantel. Paralelamente, Falcão marcou mais um e igualou Cardozo o topo dos melhores marcadores (na época de estreia em Portugal) e Hulk continua a esticar o jogo do Porto, a marcar golos e a deixar um “e se…” indelével, a pairar na presente edição da Liga [Patrocinador do Benfica].

Ontem, Carlos Carvalhal continuou a sua agonia e humilhação por terras de Alvalade. É certo que venceu o Setúbal e até virou um resultado desfavorável, mas já não chegava a Crónica de uma Morte Anunciada que estava a viver para ainda ter de aturar, instantes após o término do jogo, o anúncio do seu sucessor… o inquestionável Paulo Sérgio. Para a história fica ainda o primeiro golo da temporada daquele que em tempos foi o ponta-de-lança titular da nossa selecção.

 

Abraço Champions

 

P.S. Post da autoria do fred, que por impossibilidades técnicas não conseguia publicar e por esse motivo eu o publico.

publicado por AR às 13:04

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