Segunda-feira, 09 DE Fevereiro 2009

                 Luiz Felipe Scolari Chelsea press

 

Tal como tinha previsto no início da temporada, Scolari não terminou sequer uma época à frente dos comandos do Chelsea.

Quem acompanhou o seu trajecto como treinador da Selecção Nacional Portuguesa (e não seja adepto de clubes que se contentem com o 2.º lugar) só pode ter ficado surpreendido é com a sua contratação por parte do clube inglês.

Durante o seu reinado à frente da Selecção, o treinador brasileiro beneficiou de uma conjuntura muito favorável e dificilmente repetível, a saber:

1 - A base da equipa era o F.C.Porto Campeão Europeu (Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Costinha, Maniche e Deco) que jogava de olhos fechados.

Parece que estou a imaginar os jogadores do F.C.Porto, habituados a um treinador que percebe alguma coisa de tática e a treinos modernos no seu clube, dizer uns para os outros quando estavam nos treinos da Selecção..."deixa-o pensar que nós vamos fazer em campo aquilo que ele está a dizer.";

2 - Quando chegou a Portugal, já tinha a equipa qualificada para o Euro 2004;

3 - O Euro 2004 foi realizado em Portugal.

Mesmo assim, conseguiu a proeza de perder, duas vezes, com a Grécia?!

Ao atingir a final, apenas melhorou em 1 lugar a classificação já obtida em 1984 e 2000, quando Portugal foi 3.º classificado.

 

Após o Euro 2004, e tendo ainda como base da equipa o F.C.Porto Campeão Europeu, conseguiu um bom resultado no Mundial de 2006, mas depois disso, e com o desmenbramento dessa equipa, Scolari teve que começar tudo de novo...desta vez, sem a ajuda de Mourinho.

Foi aí que se voltaram a ver os problemas que já tinham ocorrido aquando dos primeiros tempos de Scolari à frente da Selecção, que é como quem diz, desde que tomou conta da equipa, até que, depois da derrota com a Grécia no jogo de abertura do Euro 2004, colocou em campo o melhor 11, aquele que, graças a Mourinho, jogava de olhos fechados.

Quem tem memória (que não seja selectiva), lembra-se que os jogos de preparação para o Euro 2004 foram um desastre...Portugal não jogava, não ganhava...foi mau demais.

Facilmente se percebe que, enquanto jogou a equipa de Scolari, com as "táticas" de Scolari, Portugal não jogava nada e não ganhava...quando passou a jogar a equipa cuja base era o F.C.Porto de Mourinho, Portugal passou a jogar bem e a ganhar.

Chegada a qualificação para o Euro 2008, Portugal deixou de contar com essa base e tudo se tornou mais dfícil.

Durante essa qualificação, e num grupo fraquíssimo, a Selecção Nacional não venceu 1 único jogo contra a Finlândia e a Polónia, para além de ter empatado em casa com a Sérvia (quem não se lembra desse jogo e da mítica frase "Eu só estava tentando proteger o menino", depois da tentativa de agressão a Dragutinovic). Só na última jornada é que foi obtida a qualificação, graças a um empate sofridíssimo frente à "poderosa" Finlândia, em casa.

O Euro 2008 foi o que toda a gente se lembra...para esquecer!

A forma como Portugal, nos quartos-de-final, consentiu os golos da Alemanha foi digna de uma equipa amadora...enfim, "tática" Scolari ao melhor nível.

 

Ao ver a notícia do seu despedimento, dei por mim a pensar como é que um treinador "mestre" em táticas, que motiva os seus jogadores com músicas do Roberto Leal (imagino o furor que devem ter feito no balneário do Chelsea) e que põe os jogadores a rezar à Nossa Senhora do Caravaggio não teve sucesso no Chelsea...realmente, nada o fazia prever!

 

publicado por Joca às 20:51

Recebi mensagens em que diziam que o Benfica fez anti-jogo, e que não jogou nada, e que o FCP foi avassalador e que merecia ganhar e que criou mais oportunidades de golo.

 

Gostava que os meus amigos autores dessas sms, me dessem um comentário às seguintes avaliações feitas aos guarda-redes pelo jornal do sistema azul e branco.

 

Helton 

Deixou o nome no clássico com quatro intervenções valorosas, em duelos interessantes com Reyes, Rúben Amorim, David Luiz e, finalmente, Carlos Martins. Nada a fazer no golo de Yebda, até porque a responsabilidade foi da marcação macia dos companheiros. O brasileiro não se foi embora sem a tradicional finta com os pés. Que até foi arriscada, no caso.

 

Moreira

Sem ser obrigado a trabalhos forçados, esteve absolutamente impecável em todas as suas intervenções e, sobretudo, transmitiu total segurança ao sector defensivo. A sua exibição tem como momentos altos o desvio decisivo de uma cabeçada de Lisandro, aos 28', e a defesa apertada de um tiraço de Hulk, aos 78'.

 

 

Concluíndo tiveram 2 oportunidade contra 5 oportunidades de golo claras (a 5 é golo), e mereciam ganhar e o Benfica fez anti-jogo.

 

Arrogância e lata tem limites.

 

Joguem à bola

publicado por lmb às 10:36
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