Segunda-feira, 20 DE Julho 2009

Meus caros,

 
Hoje ficou-se a saber que o FCPorto é o 3º Clube mundial em termos de receitas provenientes da venda de jogadores e o 7º que mais dinheiro movimentou, apesar de “viver” num mercado como o português. Importa por isso, realçar a opinião de um dos responsáveis pelas finanças do Clube, Dr. Fernando Gomes, alias numa entrevista muito interessante hoje publicada no jornal OJogo.
 
Quando questionado com a já muito discutida questão do passive, este administrador respondeu da seguinte forma:
“A questão do passivo apaixona os críticos, mas não deve ser vista de uma forma estática. Para já, as vendas realizadas significam que o FC Porto conseguiu equilibrar as contas da última época, cumprindo as previsões do orçamento que tinha sido traçado e conseguindo até ir mais além do que estava previsto. Contudo, os últimos movimentos do mercado não vão ser evidentes na próxima apresentação de contas que se refere ao período que terminou a 30 de Junho, pelo que não será perceptível aí um corte significativo no passivo. No entanto, o período de Julho e Agosto já vai registar uma melhoria considerável. De resto, sempre dissemos que, mais do que o passivo, aquilo que nos deve preocupar é a capacidade que o clube tem para cumprir os seus compromissos. E o FC Porto tem demonstrado reiteradamente ter capacidade para fazer face a todos os seus compromissos.”
 
De seguida, foi questionado qual a importância da participação do FCPorto na Champions, ao que respondeu:
“A importância é enorme. Aliás, não percebemos como alguém com responsabilidades na gestão de qualquer clube com aspirações pode dizer que a Liga dos Campeões não é fundamental. Não é difícil perceber que o nosso percurso na última edição da Liga dos Campeões foi fundamental, não só para as receitas que conseguimos de forma directa através da participação nos quartos-de-final da prova, mas para aquele que tem sido o nosso comportamento no mercado. As excelentes exibições que arrancámos em Madrid e, especialmente, em Manchester foram fundamentais para a valorização de alguns dos nossos activos.
 
E disse mais,
É quase impossível fazer uma avaliação dos custos que teria tido essa ausência, porque estamos a falar de efeitos directos e indirectos. Em termos de efeitos directos, entre receitas de bilheteiras, direitos e prémios de performance, estaremos a falar de qualquer coisa como 15 a 18 milhões de euros. Depois teríamos os efeitos indirectos que se reflectem na valorização dos jogadores. Se pensarmos que o Cissokho, por exemplo, nunca teria jogador em Madrid e em Manchester, se considerássemos que o Lisandro e o Lucho também não teriam essas montras ao seu dispor, estamos a falar de um efeito que podia facilmente atingir as dezenas de milhões de euros. Mas não é fácil traçar esse tipo de cenários hipotéticos que, felizmente, não se colocaram. “
 
Finalmente, destaco ainda mais uma afirmação deste responsável, que respondeu da seguinte forma quando questionado se a prioridade seria reequilibrar o plantel:
“O reequilíbrio do plantel foi assegurado atempadamente. Procurámos, com uma dose de risco devidamente calculado, preparar as alternativas para aquelas que eram as movimentações de mercado previsíveis e que se acabaram por confirmar. Neste momento, temos um plantel devidamente equilibrado no sentido daquilo que são os objectivos do FC Porto: lutar pela vitória em todas as frentes.”
 
Até breve,
publicado por AR às 23:32

Meus caros,

 

Muito se diz e escreve sobre capacidade democrática do SLB. Desde as eleições, passando pelos milhões de adeptos que dizem ter, tudo serve para se intitularem o clube do povo, com enorme capacidade democrática.
No entanto, talvez em virtude da nostalgia que devem ter ao verem a RTP memória para dessa forma poderem apreciar vitórias, hoje voltaram a ter uma atitude típica de outros tempos em que Portugal vivia num regime pouco democrático, que por acaso coincidiu com a época de glória do SLB, impedindo o acesso de uma equipa de reportagem da TVI à conferência de imprensa de apresentação de Ramires. O Benfica comunicou no domingo, por mail, a apresentação de Ramires. Essa informação foi enviada a todos os órgãos de comunicação social. Incluindo a TVI. Para além do impedimento à TVI, algo que acontece pela primeira vez, importa denunciar ainda as proibições de acesso a Correio da Manhã, 24 Horas e Record. O Correio da Manhã ainda enviou um jornalista para o Estádio da Luz, mas este foi igualmente convidado a sair.
Em sequência deste lamentável acontecimento, a TVI avançou esta segunda-feira com uma queixa contra o Benfica na Entidade Reguladora da Comunicação Social.
 
Entretanto lembro que a ERC já se pronunciou em outras ocasiões sobre casos semelhantes.
Em Dezembro de 2008, por exemplo, decidiu participar ao Ministério Público o facto de jornalistas de um órgão de comunicação terem sido impedidos de assistir a uma conferência de imprensa. Nesse caso, a ERC entendeu que podia existir «responsabilidade penal dos agentes envolvidos». Em causa pode estar a violação da Lei de Imprensa e do Estatuto do Jornalista.
 
Lamentável, ainda para mais para quem, reitero, se auto-intitula como um clube altamente Democrático.
Até breve,
 
publicado por AR às 22:57
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