Segunda-feira, 18 DE Abril 2011

A 26ª jornada iniciou-se com o Benfica a receber o Beira-Mar. O Benfica voltou a apresentar uma equipa de segundas linhas onde apenas Aimar e Carlos Martins foram titulares. A primeira parte foi equilibrada, com o Benfica a dominar o jogo e a tentar construir jogadas colectivas e com o Beira-Mar a fazer contra-ataques rápidos e a procurarem desmarcações nas costas da defesa. Ao intervalo tínhamos uma bola na trave para cada lado, uma ou duas boas defesas de cada guarda-redes e um golo mal invalidado a Aimar. Na segunda parte, o Benfica surgiu mais agressivo e conseguiu controlar e dominar completamente o jogo e o Beira-Mar perdeu velocidade e espaço para o contra-ataque. O Benfica fez dois golos (Sidnei aos 54” e Jara aos 70”) e refreou os ânimos. Já nos descontos, Yartey (emprestado pelo Benfica aos aveirenses) fez um golaço que se justificava pelo equilíbrio da primeira parte.

 

Seguiu-se a recepção do Porto ao Sporting. Do lado do Porto, destaque para Sereno a defesa direito e no Sporting, para o regresso de Izmaelov que fez quase meia-horita.. O jogo começou com uma gracinha do Sporting que marcou primeiro por intermédio de André Santos / Matias Fernandez. Aos 10”, o trinco interceptou um mau alívio da defesa, chuta, a bola desvia no chileno e trai Helton. Com naturalidade, o Porto carregou e começou a fustigar Rui Patrício. O redes sportinguista e o poste foram evitando males maiores e o empate ao intervalo (Falcao marcou de cabeça aos 27” num belo voo) era muito lisonjeiro para o Sporting que apenas teve mais um ou dois remates perigosos para além do golo. Na segunda parte, continuou um enorme assédio à baliza de Rui Patrício que foi fazendo grandes defesas, mas não conseguiu parar novo voo de Falcao aos 51”. Ainda houve uma fuga de Valdez que se isolou com 40 metros para correr, mas deixou-se apanhar e perdeu a oportunidade. Patrício continuou a fazer grandes defesas até aos 86”, quando Walter aproveita um ressalto para fazer o terceiro do Porto que Falcao e Hulk tanto tinham procurado. Logo após, Matias Fernandez reduz para 3-2 e pouco mais se fez até ao final. Destaque ainda para dois erros do árbitro, primeiro no lance em que Helton se lesionou porque marcou falta a favor do Porto quando Helton chocou com Guarin (e a bola tinha sobrado para Vukcevic) e para uma penalidade não assinalada a favor do Sporting já nos descontos quando Rolando se desequilibrou e tocou a bola com a mão!

 

Com este resultado o Porto bate o record de pontos que o Benfica tinha feito no ano passado e tem ainda muitos jogos para poder colocar o novo record num patamar muito elevado! Parabéns!

 

Destaque ainda para a luta pela Europa, com esta derrota, o Sporting pode ter comprometido a luta pelo 3º. Neste momento o Braga vai em 3º com mais 1 ponto e menos 1 jogo que o Sporting. O último lugar de acesso à Europa, vai sendo ocupado pelo Rio Ave (a 6 pontos do Sporting), mas com o Nacional à perna (menos 1 ponto e menos 1 jogo), Paços a 2, Marítimo e Beira-Mar a 4 pontos, podem ainda ter algo a dizer.. Na descida, Portimonense e Naval estão a 6 e 5 pontos do Setúbal e começam a dizer adeus..

publicado por Spaceship às 12:51
Relativamente à jornada, dispenso qualquer comentário ao jogo do slb por os próprios adeptos considerarem que não tem interesse. A gestão do grupo traduz-se na falta de capacidade de continuar a jogar “bom futebol” e como tal recuso-me e comentar. Mas houve ainda um clássico, e bem jogado por sinal. Haverá outras, naturalmente, mas do FC Porto-Sporting retiram-se pelo menos três conclusões. A primeira está a transformar-se numa vulgaridade: a recusa portista em desacelerar a produtividade do seu futebol em nome de uma gestão de esforço para as meias-finais da Taça de Portugal ou da Liga Europa. Quem assiste a um jogo do FC Porto tem uma (boa) certeza: a equipa dispõe de notável capacidade de estímulo e algumas das suas peças parecem movidas a electricidade. Falcao ou Hulk, Moutinho ou Álvaro Pereira, não jogam na "encolha". Não. Ontem, com o Sporting, uma vez mais, não houve ronha, displicência, teatralização em paragens de jogo destinadas a diminuir o tempo útil. O que vale por dizer que o FC Porto tem a noção segura de que não deve defraudar o público. Merece, por isso, um aplauso especial.
Não é menos positiva uma segunda ilação: Rui Patrício está a transformar-se num grandíssimo guarda-redes. Através de um punhado de defesas de grau de dificuldade elevadíssimo, o jogo do Dragão serviu para confirmar estar o guarda-redes do Sporting destinado a um percurso de excelência. Produto de Alvalade, Rui Patrício está talhado para uma de duas alternativas: ou ser o garante de futuro da baliza sportinguista ou traduzir-se numa mais-valia para os cofres exauridos. Nenhuma das duas opções é má. Já a terceira ideia a retirar do FC Porto-Sporting é a da confirmação de uma infeliz vulgaridade: a desnecessária tendência para quem perde procurar desculpabilizar-se de maneira… esfarrapada. Se em jogo jogado o Sporting foi claramente inferior, faz sentido que haja nas hostes quem se atire à arbitragem? E que dizer do facto de Couceiro só agora se ter lembrado de propor a mudança de localização dos bancos de suplentes? Só acordou agora para a proposta? Pena foi que não se tenha lembrado disso no jogo da 1ª volta, aquando da expulsão do Maicon, da agressão do Maniche ao Moutinho e ainda ao golo validado em posição de fora de jogo.
Termino apenas referindo 2 questões para repor a veracidade dos factos: no lance do helton, onde de facto não há falta, a bola seguia para fora e não ficava ao dispor do Vuckevic! Quanto ao lance do alegado penalti, muito embora quase a unanimidade dos especialista considerem não existir qualquer falta, eu acrescento os meus argumentos. Naquele momento, o Rolando escorrega e toca involuntariamente com a mão na bola (julgo que ninguém de boa fé pode contestar isto), não tinha nenhum jogador do Sporting a menos de 2 metros, e a bola fica na vertical, ou seja, não evita que ela passe para a baliza ou mesmo para qualquer outra zona do relvado. A bola não muda de direcção. Logo, não vejo qualquer razão para assinalar penalti!
Mas enfim, são 19 e 35 pontos… cria muitas dificuldades visuais, eu entendo!!
AR a 19 de Abril de 2011 às 10:56
Caro AR, as palavras do Couceiro não deveriam cair em saco roto, nem tão pouco esquecidas... Não se esqueçam que ele já foi treinador do Porto e, por isso, sabe bem do que fala! Desde essa altura, esta foi a primeira vez que jogou contra o Porto, logo não percebo o seu espanto sobre a sua sugestão.. "Só acordou agora"?????
Quanto à sua análise dos dois lances... Sugiro que os reveja... Quando o árbitro assinala a falta sobre o Helton, já a bola está em poder de Vukcevic e não foi nada para fora! Quanto ao lance do Rolando, a bola muda completamente de trajectória! Era um cruzamento rasteiro que vinha da zona lateral para a frente da baliza quase paralelamente à linha final e depois do toque com a mão, desviou-se em direcção à linha final!
Ricardo Coração de Leão a 19 de Abril de 2011 às 14:37

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